NEGÓCIOS

Open Finance e Open Banking: entenda as diferenças entre os conceitos

Entenda as diferenças entre Open Finance e Open Banking e como esses conceitos impactam o mercado financeiro e os consumidores

26 de fevereiro de 2026

Por iDez Digital

Open Finance e Open Banking são dois conceitos cada vez mais presentes no setor financeiro e que, muitas vezes, são confundidos.

Por isso, neste artigo, vamos mostrar as diferenças entre eles e esclarecer como cada um impacta o mercado e os consumidores.

Continue a leitura para conferir: 

  • O que é Open Banking? 

  • O que é Open Finance? 

  • Open Finance x Open Banking: principais diferenças

  • Open Finance e Open Banking no cenário brasileiro

  • Open Banking e Open Finance na transformação do setor financeiro

  • FAQ: dúvidas frequentes

  • Conheça a Idez!

O que é Open Banking? 

Open Banking é um conceito que se refere ao compartilhamento de dados bancários com terceiros, como startups fintechs e outras empresas de tecnologia financeira.

A ideia é permitir que esses terceiros tenham acesso às informações de contas bancárias de clientes, desde que haja autorização expressa dos próprios.

Com isso, essas empresas podem criar aplicativos financeiros que oferecem soluções personalizadas e integradas para os clientes, como gerenciamento de orçamento, comparação de preços de produtos e até mesmo empréstimos.

O que é Open Finance? 

O Open Finance é uma evolução do Open Banking, que vai além dos dados bancários e inclui outras informações financeiras, como investimentos, seguros, imóveis e até dados governamentais.

A ideia do Open Finance é permitir que os usuários compartilhem todas as suas informações financeiras em uma única plataforma ou aplicativo, permitindo que as empresas de Fintech ofereçam serviços mais abrangentes e personalizados.

Open Finance x Open Banking: principais diferenças

Em resumo, o Open Banking e o Open Finance são conceitos relacionados ao compartilhamento seguro de dados financeiros.

  • O Open Finance inclui todos os tipos de dados financeiros, permitindo que as fintechs desenvolvam soluções mais completas e personalizadas para os usuários;

  • O Open Banking é apenas o primeiro passo na evolução do Open Finance, que representa um conceito mais amplo e promissor para o futuro do setor.

Com isso, vemos que apesar do Open Banking e Open Finance compartilharem algumas semelhanças, a principal diferença entre eles é que o Open Finance é mais amplo, pois inclui todos os dados financeiros, não apenas os bancários, e permite que os usuários gerenciem essas informações em uma única plataforma.

Isso abre espaço para novas soluções no mercado financeiro, como robo advisors (consultores financeiros automatizados), comparação de preços de seguros, entre outras inovações.

- Leia também: Embedded Finance: entenda o que é o conceito e suas aplicações

Open Finance e Open Banking no cenário brasileiro

Não dá para falar desses conceitos sem mencionar como o Brasil se tornou um dos protagonistas dessa história. Por aqui, o projeto começou focado no Open Banking em 2021, mas a evolução foi tão rápida que o Banco Central logo mudou o nome para Open Finance.

Isso aconteceu porque o nosso modelo foi além das contas bancárias tradicionais e passou a incluir seguros, investimentos e até previdência em um ecossistema único.

Um dos grandes diferenciais do Brasil é a segurança: tudo é feito sob a régua da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), e o consumidor é quem tem o controle total. Ou seja, ele escolhe o que compartilhar, com quem e por quanto tempo.

Na prática, isso já está mudando o dia a dia dos brasileiros. Hoje, graças ao Open Finance, é possível conseguir taxas de juros mais baixas ao mostrar um histórico positivo para outro banco ou até fazer pagamentos via Pix sem precisar sair do aplicativo que está sendo usado. É a tecnologia trabalhando para simplificar a vida financeira e aumentar a competição no mercado.

Open Banking e Open Finance na transformação do setor financeiro

Tanto o Open Banking quanto o Open Finance representam avanços significativos no compartilhamento seguro de dados financeiros e na digitalização do setor. 

Com essa evolução, empresas fintechs e instituições financeiras podem oferecer soluções cada vez mais personalizadas, inovadoras e acessíveis, melhorando a experiência do usuário e impulsionando a competitividade do mercado.

Com a crescente adoção dessas tecnologias, o Open Finance tende a se tornar o padrão do futuro, permitindo mais controle, autonomia e melhores serviços para os consumidores.

- Leia também: BaaS (Banking as a Service): o que é, como funciona e benefícios

FAQ: dúvidas frequentes

Reunimos a seguir as principais dúvidas sobre os conceitos. Confira!

Open Finance é o mesmo que Open Banking?

Não. O Open Finance é uma evolução do Open Banking. Enquanto o Open Banking envolve o compartilhamento de dados bancários, o Open Finance é mais amplo e inclui outros tipos de informações financeiras, como investimentos, seguros, previdência e até dados governamentais, permitindo uma visão mais completa da vida financeira do usuário.

Qual a diferença entre Open Banking e Open Finance?

A principal diferença é a abrangência dos dados compartilhados. O Open Banking permite o compartilhamento seguro de dados bancários com autorização do cliente, enquanto o Open Finance inclui todos os tipos de dados financeiros, possibilitando que fintechs e instituições desenvolvam soluções mais completas, personalizadas e integradas em uma única plataforma.

Quem criou o Open Banking e o Open Finance?

No mundo, o Open Banking ganhou o formato “oficial” mais conhecido com o Reino Unido, quando a CMA iniciou o Open Banking em 2017 e determinou que os 9 maiores bancos criassem uma entidade de implementação (OBIE) e padrões de APIs. No Brasil, ele foi estruturado por regulação do Banco Central e do CMN, dentro do projeto que depois evoluiu para Open Finance.

Quem pode participar do Open Banking e Finance?

Podem participar instituições financeiras, fintechs, startups e empresas de tecnologia financeira, desde que sigam as regras estabelecidas pelos órgãos reguladores. O compartilhamento de dados só acontece mediante autorização expressa do cliente, que decide o que compartilhar, com quem e por quanto tempo.

Open Banking e Open Finance são confiáveis?

Sim. No Brasil, tanto o Open Banking quanto o Open Finance operam sob as diretrizes da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), garantindo que o consumidor tenha controle total sobre suas informações. O compartilhamento é seguro, regulamentado e depende sempre do consentimento do usuário.

É vantajoso ter Open Finance?

Sim, pois o Open Finance amplia a competitividade do mercado e permite o acesso a serviços mais personalizados, taxas mais atrativas e soluções inovadoras, como comparação de seguros, crédito com melhores condições e gestão integrada das finanças, oferecendo mais autonomia e controle ao consumidor.

- Leia também: Cibersegurança financeira: proteja sua operação e os dados dos clientes

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Com a expansão do Open Banking e Open Finance, empresas de diversos setores estão buscando formas de integrar serviços financeiros inteligentes às suas operações.

A Idez oferece uma plataforma completa para empresas que desejam ter um ecossistema financeiro seguro, ágil e eficiente, sem a necessidade de uma infraestrutura bancária própria.

Com serviços como conta digital, cartões personalizados, crédito e WebBanking, a Idez permite que fintechs, startups e empresas de outros setores aproveitem as vantagens do Open Finance para criar novas fontes de receita e melhorar a experiência dos clientes.

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